segunda-feira, 20 de maio de 2013

Semana Mundial pelo Respeito ao Nascimento - SMRN 2013

Celebramos em maio mais uma edição da SMRN! 

Este ano o tema é:

Não perturbe: estou parindo!


A rede Parto do Princípio organiza no Brasil, em diferentes Estados, exposições fotográficas.


Confira, abaixo as cidades e locais dos eventos:

ABC Paulista (SP)
Local da expo: a definir
Datas e horários da expo: a definir
Contato: Deborah Delage e Denise Niy
Telefone: (11) 99201-5245 / 99383-4429

Americana (SP)
Local da expo: Welcome Center - Av. São Jerônimo 120
Datas e horários da expo: 06 a 12/05, de 9 às 22h
Contato: Denise, Renata ou Silvia
Telefone: (19) 9191-9169 / 9132-9621 / 9191-9569 

Local da expo: Cine Estação - Estação Ferroviária de Americana - Av. Dr. Antonio Lobo
Datas e horários da expo: 21/05, 20h
Exibição do documentário "Orgasmic Birth"
Contato: Denise, Renata ou Silvia
Telefone: (19) 9191-9169 / 9132-9621 / 9191-9569

Belém (PA)
10 a 15/05 - 1o piso do Shopping Boulevard
19/05 - Coreto principal da praça Batista Camposa
Contato: Thayssa Rocha e Úrsula Ferro
Telefone: (91) 8884-0209 

Belo Horizonte (MG)
Local: Rodoviária - Praça Rio Branco, 100 - Centro
Datas e horários: 18 a 31/05, de 8 às 20h
Contato: Pollyana do Amaral e Carolina Giovannini
Telefone: (31) 9312-7399

Brasília (DF)
Local: Faculdade de Saúde da Universidade de Brasília (UnB) - campus Darcy Ribeiro
Datas e horários: 20 a 27/05/2013 - 08h às 22h
Contato: Rafaela Fernandes e Sylvana Karla
Telefone: (61) 8143-7182 / 8108-2161

Campo Grande (MS)
Local: a definir
Data: 11 a 16 de junho
Contato: Fernanda Leite
Telefone: (67) 9247-1814

Dourados (MS)
Local: Shopping Avenida Center
Data: 20 a 27 de maio
Contato: Angela Rios
Telefone: (67) 8128-2253

Garanhuns (PE)
Local da expo: a definir
Datas e horários da expo: a definir
Contato: Juliana Coelho, Rafaela Almeida e Ana Katz Schuler
Telefone: (87) 9992-3076 / 9122-1775 / 9964-8212

Goiânia (GO)
20 à 27 de maio - Exposição de fotos no Shopping Flamboyant
25/03 (sábado) às 09h - Roda de Conversa sobre Experiências de Partos - Condução: Diego Vieira de Mattos 
25/03 (sábado) após a Roda de Conversa - “Mamaço” (amamentação coletiva) - Parque Flamboyant
Contato: Nayana Caetano e Thayná Lourenço Mendes Bueno
Telefone: (62) 9385-8432 / 8563-7979 

Jacareí (SP)
Local da expo: Shopping de Jacareí.
Datas e horários da expo: a definir
Contato: Debora Regina Magalhães Diniz
Telefone: (12) 9142-9869

Niterói (RJ)
Local da expo: a definir
Datas e horários da expo: a definir
Contato: Cátia Carvalho
Telefone: (21) 3071-2202 / 8823-9147

Porto Alegre (RS)
Local da expo: a definir
Datas e horários da expo: a definir
Contato: Maria José Goulart - Doula Zezé
Telefone: (51) 

São José dos Campos / Vale do Paraíba (SP)
Local da expo: a definir
Datas e horários da expo: a definir
Contato: Flavia Penido
Telefone: (12) 3948-1858 / 9124-9820

São Paulo (SP)
Local da expo: a definir
Datas e horários da expo: a definir
Contato: Thais M. Bárrall
Telefone: (11) 99904-3711 / 3871-1245 / 98368-1720



* A SMRN é uma iniciativa da Alliance Francophone pour l’Accouchement Respecté (AFAR) e da European Network of Childbirth Associations (ENCA) e tem ocorrido em vários países desde 2004 . Mais informações em http://www.smar.info/. A Rede Parto do Princípio promove exposições de fotos e campanhas de conscientização desde 2008 em diversos locais do Brasil durante o período.

sábado, 18 de maio de 2013

Multimídia Parto no Brasil - Linda chegada de Liz, em casa!

Esse vídeo chega para nos contagiar o final de semana com muito amor!
LIZ nasceu há dois dias, em casa, e o vídeo foi prontamente editado pelo PAI - ocitocina, sabem como é... ♥

SIM! Em Maringá-PR, cidade com 370 mil habitantes e índice geral de cesárea acima de 90% (SUS, planos e privados), as mulheres podem escolher por uma assistência segura e de qualidade para o parto domiciliar planejado! Um salve para o amor dessa família!

sexta-feira, 10 de maio de 2013

O parto como nós o desejamos!

Sabemos parir!


Acesse: http://www.euqueropartonormal.com.br/eqpn/acao-de-dia-das-maes/


Feliz dias das mães para todas as mulheres que desejam que tod@s sejamos respeitad@s na escolha mais segura de parto para 85 a 90% da população, ou seja, uma assistência baseada nas melhores evidências científicas e que está há muitos anos preconizado pela Organização Mundial de Saúde: um parto normal!
É o que desejamos.
Angela Rios, Heloisa Salgado, Lígia Moreiras Sena, Marilia Mercer, Roberta Calábria e Thalita Dol Essinger.
--


O PARTO COMO NÓS DESEJAMOS. Aqui no Blog Parto no Brasil, estamos amando, apoiando e repercutindo a mais nova e DELICIOSA AÇÃO DO DIAS MÃES. Confira abaixo, o convite da Cientista Que Virou Mãe junto com as outras editoras do Blog Eu Quero Parto Normal. O post completo você encontra aqui: Ação de dia das Mães – No dia das mães desejamos melhorar a assistência ao parto

Vamos todas juntas? Em Londrina-PR, todas as fotos serão agrupadas num documento único, o qual será muito bem aproveitado em trabalhos posteriores, de sensibilização e pedidos de mudança. Queremos um parto MAIS SEGURO, MAIS RESPEITOSO E MAIS AMIGÁVEL ÀS MULHERES. 


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O QUE VOCÊ DESEJA NA SUA CIDADE COM RELAÇÃO À QUALIDADE DO PARTO QUE OFERECE? Está começando agora uma nova ação para fazer do mês das mães uma semana de reflexão e de recado a quem pode fazer algo para mudar. De 08 a 21 de maio, faça uma foto segurando um cartaz onde esteja escrito o seu desejo para a sua cidade com relação à qualidade da assistência ao parto que oferece. Tá valendo de todas as formas: caneta, impressão, rosto aparecendo, rosto escondido, tanto faz. O importante é que esteja o nome da CIDADE e o que você deseja para ela, como a Marilia Mercer fez nessa foto. Também está valendo mandar mais de uma! Tire sua foto e mande para queropartonormal@gmail.com ou publique-a na fan page do blog EU QUERO PARTO NORMAL. Estimule o pessoal da sua cidade a fazer o mesmo! Quanto mais manifestações, mais força teremos na reivindicação do que queremos e do que falta aos municípios. Nessa postagem, há mais informações sobre a ação e dados importantíssimos sobre saúde materno infantil e qualidade do nascimento. VAMOS LÁ PESSOAL! Somos agentes da mudança! http://www.euqueropartonormal.com/


A mais nova favorita! Confira todo as outras na Fanpage, acesse: https://www.facebook.com/euqueropartonormal

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terça-feira, 7 de maio de 2013

A morte materna invisível das negras brasileiras

Dia 28 de maio está chegando!

"O futuro da África é carregado na barriga de suas mães" Ação da White Ribbon Alliance for a Safe Motherhood

Blog Parto no Brasil estudando a morte materna invisível das negras brasileiras (Alaerte Martins, 2006) chama a atenção: mulheres pretas têm risco 7 vezes maior de morrer por causa materna do que as brancas.

Considerando as nuances da cor da nossa pele, e ainda, que:

1) os Comitês de Prevenção da Mortalidade Materna não julgam o mérito pelas perspectivas da imprudência, imperícia e negligência, e mais,

2) podemos dizer que cerca de 90% das mortes maternas ocorrem dentro dos hospitais e em decorrência de quadros clínicos evitáveis com assistência oportuna e eficaz (confira neste post em nossa Fanpage);

Retomamos uma citação de Janaína Marques de Aguiar para a Folha de São Paulo, sobre a violência obstétrica neste nosso Brasilzão:

"Quanto mais jovem, mais escura, mais pobre, maior a violência no parto". 

Uma morte materna afeta diretamente um número grande de membros da família e da comunidade que depende dela. As mortes maternas, quando muitas, podem produzir graves conseqüências para as comunidades, as nações e a população. OMS (1993).

E você, vai convidar a sua comunidade para refletir sobre como prevenir a morte materna? Conte-nos como, vamos ampliar a divulgação das iniciativas locais, regionais e nacionais. 


Confira o comunicado na Fanpage Mobilização pelos Direitos das Mulheres e Redução da Morte Materna.


A linguagem dos sentidos: além de sorrisos e olhares



Por Vicky Nóbrega - Especial para o Vida



É pela emoção que o bebê percebe o mundo em sua volta. 
Cuidados são necessários, mas tudo na medida certa

Em meio à agitação da vida moderna, tem-se um bebê. Para a mãe principalmente, os deveres aumentam e, aos envolvidos, crescem as tarefas diárias. O que, a princípio, parece sacrifício, torna-se um grande prazer. Afinal, o que é necessário para que aconteça a interação mãe-bebê? Segundo a parteira tradicional Suely Carvalho, vice-presidente da Aliança Latino-Americana de Parteiras (Alapar), basta saber que a criança precisa do essencial: "Sentir-se segura, protegida e amada".

Coordenadora da Rede Nacional de Parteiras Tradicionais do Brasil e fundadora do Cais do Parto, Suely diz que a comunicação do bebê ocorre por meio da emoção. Pela sensibilidade, a criança apreende informações. "A percepção é mais aguçada do que se pode imaginar, mas ainda há pessoas que tratam a criança como se não fossem capazes de interagir. É um grande engano. Apesar de não elaborar as percepções, o sentimento fica na sua memória afetiva, sobretudo, no período de gestação".

Durante a gravidez, a parteira explica que o bebê se relaciona com o mundo externo por meio da percepção da mãe, sendo ela o único elo por onde a criança acessa os sentimentos. "A mãe é o balizador. Se está triste, tensa ou alegre a criança capta e registra a emoção. Ao crescer, dependendo da forma como a situação foi encarada, ela pode reagir com insegurança ou não diante dos fatos. Os pais pensam que está tudo bem por ter passado pela fase difícil, mas não se lembram que isso está registrado na memória afetiva do bebê". Após o nascimento, ganha-se mais autonomia e a criança se utiliza das reações e expressões da mãe como um dos canais de comunicação, possuindo agora suas próprias percepções.

Mesmo assim, questiona-se se há formas de resguardá-la dos momentos difíceis. Suely esclarece que a mãe só precisa trazer proteção e amor como suporte para a criança aprender a lidar com isso. "Os problemas são reais, mas não duram a vida inteira. À medida que ela cresce, vai aprendendo. Poupar é impossível. Tem que prepará-la para conviver com as circunstâncias do mundo. Se a mãe passa por tudo, transmitindo amor, o bebê se sentirá seguro e em outra turbulência, estará fortalecido".

Comunicação

A parteira destaca que a criança é um indivíduo com vontade própria cuja linguagem pela qual se comunica é o choro, seguido pelo balbuciar de sons, atribuindo mudanças nessa comunicação. Mas cada choro tem uma finalidade e é dever dos pais aprender cada um, pois trata-se de um processo de construção. "Diferenciando o choro do sono, da fome, da cólica, da sede, da manha, entre outros, a comunicação é estabelecida".

Daí a importância de saber falar com o bebê. "Fale assuntos agradáveis de maneira compreensível, e não emita sons pela boca ou vozes esganiçadas. As crianças devem achar ridículo os adultos que as tratam como bobas. Comunique-se. Mostre um passarinho, indique uma árvore. A criança tem uma mente sadia que capta informações", revela.

O olhar é outro forte canal de comunicação. "Quando nos declaramos a alguém, sempre buscamos olhar nos olhos. Independe da idade. Ninguém olha para o lado ao dizer que ama alguém. A melhor forma de mostrar o amor a uma criança, é olhando nos olhos dela. Dê um sorriso e fale poucas palavras. Não precisa de discurso, porque ela entende o olhar, o sentimento. Mostre que ama e ela vai confiar nisso".

Confiança

O vínculo de confiança é construído e não deve ficar restrito somente à mãe. A melhor maneira de assegurar isso é estabelecer uma rotina diária, a qual também inclui as pessoas, que devem ser as mesmas conforme cada tarefa. "É preciso ter hora para dormir, passear, brincar, comer e tomar banho com as pessoas determinadas. Se cada dia é uma pessoa diferente, a rotina não está sendo mantida. Por isso, tantas crianças se acostumam mais com a babá do que com a própria mãe".

Paciência é importante no trato com o bebê. "Se a mãe cuida da criança, mas fica se lamentando do cansaço, a criança vai crescer com um profundo sentimento de culpa, principalmente se a mãe for infeliz". Por isso, o primeiro passo de zelo com o bebê é a mãe ter cuidado consigo.

Aos pais, há papel imprescindível, já que precisam estar comprometidos com o filho e com o relacionamento conjugal. Na fase da amamentação, Suely conta que a mulher se volta integralmente ao bebê. Além disso, os hormônios da lactação inibem sua libido, o que compromete a frequência do ato sexual, gerando problemas conjugais diante da falta de compreensão dos homens. "O pai deve apoiar a mãe e saber que faz uma renúncia temporária por amor ao filho, para que ele tenha o que é essencial. É tudo que ele pode fazer. Depois desse período, ele terá essa mulher por inteiro", orienta.

Mãe dedicada

Há três meses, Mariana Camelo Sá Matos cuida do seu primeiro filho, Rafael, adapta-se às mudanças decorrentes ao bebê, e realiza todas as tarefas com paciência e conhecimento. Ao falar de cuidados com o bebê, ela confessa sorrindo: "Para cuidar do bebê, a mãe deve tampar o relógio, pois não existem horários".

No início, ela conta que Rafael pedia o leite materno logo depois que mamava. "Se isso acontece a mãe acha que não tem leite, mas precisa continuar tentando para o bebê estimular". Após receber orientações de um banco de leite, Mariana aprendeu a lição: "A mama deve ser dada até o final. A primeira parte do leite é o que protege o bebê e a segunda é a que engorda e dá saciedade", recomenda.

Outro sufoco foi por causa das cólicas, que faziam Rafael chorar por horas. A mãe descobriu a massagem indiana shantala pela internet e fez o teste. Deu certo! Também aprendeu que alivia as dores quando coloca o bebê na banheira com água morna até a altura da barriga.

Diferenciar os choros, Mariana tira de letra e diz ser fácil às mães que observam o bebê. "O importante é os pais terem contato com a criança". Após o banho, ela adquiriu o hábito de massagear Rafael com talco. Método também adotado pelo pai, Cristiano Matos, que, nos dias de folga do trabalho, troca fraldas e dedica o tempo disponível para reforçar o vínculo com o filho.

Fonte: Diário do Nordeste - http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1264180

domingo, 5 de maio de 2013

Dia das Parteiras - Parteiras tradicionais e uma homenagem especial



Oficina de Bordado - Arpilleras, p/ produção da arte têxtil p/ o Projeto Parteiras Caiçaras

Eu e Bianca decidimos publicar hoje esse texto no Cientista Que Virou Mãe como forma de homenagear todas as parteiras que conhecemos. Todas as parteiras urbanas e contemporâneas que conhecemos e admiramos e que muito nos têm influenciado em nossa busca pela democratização do acesso a um parto cheio de respeito e sem violência. Mas, também, às parteiras tradicionais. Essas  mulheres que têm, desde sempre, garantido nascimentos sem violência pelo interior do país e em comunidades onde os valores tradicionais ainda são preservados e onde a hegemonia médica tecnocrática ainda não os esmagou. 

"Apesar desse forte movimento pela humanização do parto, as parteiras tradicionais sofrem pela falta de reconhecimento, pela desvalorização. É como se o saber empírico delas não tivesse notoriedade, mostrando o quanto nossa sociedade é cartesiana e tecnificista. Os anos de prática, as intercorrências, a transmissão oral do saber, de uma parteira mais experiente, não tem valia, inclusive para muitos grupos do movimento. E quando elas são destaque, sempre é como uma senhorinha, de lenço na cabeça, pitando cachimbo, como se essa fosse a figura das parteiras tradicionais apenas. Somos muitas! E de diferentes áreas, formações e num caminhar permanente, de aprendizado, estudo, reflexão e entrega. Não é um 'curso' que forma uma aprendiz de parteira, mas suas vivências, acompanhamentos, trocas. Ninguém sai por aí partejando a Deus dará sem ter embasamento técnico, e cada parto te ensina algo, te faz outra" - diz Bianca.

Leia, na íntegra: Dia das Parteiras - Parteiras tradicionais e uma homenagem especial, por Ligia M. Sena, do blog Cientista que virou mãe.


* Leia mais sobre o Dia Mundial das Parteiras em:

Dia da Parteira & Marcha das Parteiras 2011

Dia Mundial das Parteiras Tradicionais, por Suely Carvalho

Dia Mundial das Parteiras e seus múltiplos -

Parte I
Parte II
Parte III, por Suely Carvalho
Parte IV

05 de Maio, Dia da Parteira

Foto: Acervo pessoal de Bianca Lanu.

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Quem canta seu males espanta!


Vem chegando o dia das mães, e a gente quer comemorar com gente bacana e boa música.

A ideia é fazer um vídeo coletivo, com todo mundo cantando para celebrar a beleza da maternidade e a importância do carinho materno na sua vida.


Vale tudo: cantar sozinho, cantar junto, cantar para a barriga, para a esposa, para a filha, para o espelho. Vale tocar instrumento, cantar à capela, bater panela. Se for de coração, tá valendo. É só gravar e mandar pra gente.

A música é ‘Oração’, da Banda Mais Bonita da Cidade. Você pode aprender a letra nesse vídeo aqui. Cada um canta do jeito que lhe der vontade, e a gente junta tudo num vídeo só, com a carinha de todo mundo para homenagear essa coisa linda que é o amor de mãe.

Os vídeos podem ser enviados até o dia 7, para o email contato@vilamamifera.com. Quem preferir também pode subir o vídeo no youtube e mandar o link para este mesmo email.

Vem com a gente?

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